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Coração Rubro-negro, livro de Marcio Braga

24/11/2013 | Comentários (0) | Cultura | Por: Altamir Tojal

Histórias do tabelião, cartola e político

O livro “Coração Rubro-negro”, de Marcio Braga, será lançado no dia 25 de novembro, na livraria da Travessa do Leblon, no Rio de Janeiro. É uma coleção de histórias vividas nos mundos do futebol, da política e dos negócios. É também uma coleção de lembranças saborosas e surpreendentes, desde a origem judaica e a saga dos antepassados na Amazônia até a intimidade com o presidente Juscelino Kubitschek, a construção de Brasília, as delícias dos Anos Dourados no Rio de Janeiro. O livro é editado pela Ponteio Edições.

Segue o texto da orelha:

UM CAMPEÃO

Ele incorpora três dos estereótipos mais apedrejados do Brasil: o tabelião, o cartola e o político. Foi o dirigente que ficou mais tempo à frente do Flamengo, assumindo o clube em situações dramáticas e comandando as conquistas mais importantes. É o notário mais antigo em atuação no país, um dos nomes mais prestigiados da profissão. Viveu a política desde os tempos de JK e participou de episódios decisivos da Campanha das Diretas, da Nova República e da Constituinte ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e outros grandes nomes da história da redemocratização.

Marcio Braga tem sido campeão na vida, campeão no sentido de vencedor e também na acepção mais remota de paladino, de lutador, combatente das boas causas. Este livro é uma coleção de histórias dessas brigas nos mundos do futebol, da política e dos negócios. É também uma coleção de lembranças saborosas e surpreendentes, desde a origem judaica e a saga dos antepassados na Amazônia – que se mistura com a história política e econômica do Brasil no início do Século 20 – até a intimidade do presidente Juscelino Kubitschek, a construção de Brasília, as delícias dos Anos Dourados no Rio de Janeiro, a euforia no jet set e os amores de cinema, com rosas vermelhas, champanhe e poesia.

Cenários e personagens se multiplicam em ‘Coração Rubro-negro’. Épocas e aventuras se sucedem. E em todas as histórias do livro está viva a paixão da maior torcida do mundo – a Nação Rubro-negra. Mesmo sendo parte desta seita há tanto tempo, de corpo e alma, Marcio não se atreve a explicar o que é a entidade mágica chamada Flamengo, essência e comunhão de gente de todo jeito e todo lugar, pelo Brasil e pelo planeta. Ele aprendeu e ensina que esse mistério nunca será desvendado pela razão e a ciência. Talvez esteja ao alcance somente dos poetas mais iluminados. Sabe-se que habita a alma do torcedor enlouquecido e assombra o espírito do adversário. E está em cada página e cada palavra deste livro.

Altamir Tojal


 

Corpo, arte e diferença em cena no Rio, de 20 a 23 de setembro

19/09/2012 | Comentários (0) | Cultura | Por: Altamir Tojal

Dança e teatro: Festival Corpos Ímpares 2012

A segunda edição do Festival Corpos Ímpares acontece de 20 a 23 de setembro, no Centro Coreográfico da Cidade do Rio Janeiro. A programação inclui a apresentação de oito espetáculos e performances de dança e teatro, a realização de oito oficinas, três mesas redondas e uma palestra. O encontro é dirigido a estudantes, bailarinos, educadores e demais pessoas, com ou sem deficiência, interessadas em debater, aprender e vivenciar o universo da arte e da diferença.

Realizado pela Pulsar Cia de Dança, contemplada com o edital do Fundo de Apoio à Dança (FADA), da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, o Festival Corpos Ímpares é um desdobramento do trabalho realizado pela bailarina e coreógrafa Teresa Taquechel, à frente da companhia. “Sentimos necessidade de aprofundar o debate a partir de experiências variadas nas quais o trabalho artístico se realiza através das diferenças. Nosso objetivo é promover uma troca de experiências e também fazer com que o público perceba que a arte é para todos, independentemente da condição física e social de cada um”, explica.

Aulas e oficinas – Entre os participantes do encontro está a bailarina e coreógrafa Angel Vianna, referência nas áreas da dança, consciência do movimento e artes cênicas no país. Ela vai ministrar um “aulão”, seguido de conversa, no dia 21. Haverá aula-performance “A Cadeira Como Objeto-Partner”, com a bailarina e coreógrafa Giselda Fernandes, voltada para cadeirantes e não cadeirantes; oficinas específicas para crianças, terceira idade e para o público em geral, realizadas pela Pulsar Cia de Dança, com Rogério Andreolli, Andrea Chiesorin, Beth Caetano, Camila Fersi e outros integrantes da Pulsar; e outras oficinas ministradas pelos bailarinos, coreógrafos e professores Ceme Jambay, Alexandre Bhering e Olavo Fabrício.

As inscrições para aulas e oficinas são gratuitas e devem ser feitas por telefone (3238-0601 e 3238-0357) pois as vagas são limitadas. (Abaixo a programação completa.)

Debates - As mesas redondas prometem boas discussões. “Sistemas Alternativos de Comunicação” (20/9, das 16h às 18h) traz a bailarina Andrea Chiesorin, Moira Braga, deficiente visual que investiga a áudio descrição de espetáculos, e Beth Maia, bailarina, mestre em neurociências do comportamento com formação em dança pela Escola Angel Vianna, que desenvolve trabalho com portadores de paralisia cerebral.

“Pensamento e Arte Contemporânea” (21/9, das 16h às 18h30) reúne o professor de filosofia James Arêas, a antropóloga Nízia Villaça, o músico cadeirante Marcelo Yuka e o curador do Festival Panorama de Dança, Eduardo Bonito; em “Dança na Contemporaneidade” ( 22/9, das 16h às 18h30) debatem Ceme Jambay (bailarino, fundador e diretor do Corpo de Baile do Teatro Guaíra), Lúcia Matos (doutora em Artes Cênicas, mestre em Educação, professora da Escola de Dança da UFBA, que lançará o livro “Dança e Diferença” durante o festival), Marta Peres (bailarina, coreógrafa e socióloga) e Silvia Soter (coordenadora de cultura das Redes de Desenvolvimento da Maré e supervisora da Escola Livre de Dança da Maré).

A professora e artista plástica Maria Célia Salgado fala sobre o corpo da arte no primeiro dia do Festival. Será uma conversa sobre história da arte contemporânea menos linear do que uma aula tradicional, segundo ela.

Espetáculos – Durante os quatro dias do Festival haverá apresentações fechando a programação. Na quinta-feira (20/9), a performance multimídia “Isadora.Orb, A Metáfora final”, com Ricky Seabra e Andrea Jabor. Na sexta-feira (21/9), “Um dueto”, de Alexandre Franco e Daniel Hassan; “Jogo Coreográfico”, dirigido por Lígia Tourinho, o espetáculo interativo, que compartilha com o público a coautoria de danças e terá a participação da Pulsar Cia de Dança; e “D...Equilíbrio”, solo de Marcos Abranches, bailarino e coreógrafo da Cia Vidança de São Paulo, portador de deficiência física.

No sábado (22/9), “Cornaca”, da Cia R.E.C., dirigido por Alice Ripoll e Juliana Medella, e “Conatus”, do grupo mineiro Crepúsculo. No domingo (23/9), o Teatro Novo, com atores portadores da Síndrome de Down, se apresenta no início da tarde, às 12h30, e o Grupo de Ações Poéticas – Sistema Nervoso Central, de Lula Wanderley, fecha o encontro com “Corações em Desatino”, uma ópera cordel na qual um cantador dialoga com um rapper.

Serviço

Festival Corpos Ímpares 2012 - www.corposimpares.com.br
20 a 23 de setembro
Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (Rua José Higino 115, Tijuca) – Tel:
3238-0601 e 3238-0357
Lotação do teatro: 155 lugares
Bilheteria: de 20 a 22, a paritr das 16h, e no dia 23, às 11h
Atividades: quinta de 14h às 21h30, sexta de 10h às 21h30, sábado das 10h às 21h30, e domingo de 11h às 20h.
Espetáculos: quinta, sexta às 19h30 e domingo às 12h30 e 19h.
Ingressos dos espetáculos: R$1,00
Censura: Livre para todos exceto “D.Equilíbrio” (21/9), 14 anos.

Oficinas, palestra e mesas redondas são gratuitas.

Programação espetáculos

20/9 – 19h30 - Isadora.Orb, A Metáfora Final

Espetáculo multimídia do designer e performer Ricky Seabra e da coreógrafa e bailarina Andrea Jabor, explora artisticamente o potencial poético do espaço. É a arte funcionando como uma nova ferramenta para a ocupação do homem no universo. Em cena, através de metáforas de mar e mergulho, profundidade e altura, os artistas encontram-se virtualmente e criam diálogos entre imagens e movimentos. Flui entre dança, teatro de objetos, relato de histórias e documentário. Enquanto Seabra constrói imagens com cartões, fotografias, pratos e discos fazendo projeções ao vivo, Andrea dança dentro dessas imagens na tela, e atua como DJ criando sons para o espaço.

A proposta do espetáculo é fruto da tese de mestrado em Desenho Industrial de Ricky, na qual ele propõe a criação de um módulo espacial, ' The ISADORA Module' , para abrigar artistas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). O projeto foi apresentado em conferências espaciais na Europa e nos Estados Unidos. Ao investigar a gravidade zero, o movimento orbital e a representação do espaço como um lugar novo e inexplorado, os artistas pretendem desvendar 'A Metáfora Final'.
Duração: 60 minutos

21/9 – 19h30 – Um Dueto

Trabalho em processo, no qual os jogos de composição dos gestos aproximam e (re) afirmam identidades. Daniel Hassan e Alexandre Franco são os intérpretes criadores, com direção do segundo.
Duração: 5 minutos

21/9 – 19h40 – Jogo Coreográfico

Dirigido por Lígia Tourinho, o espetáculo interativo compartilha com o público a coautoria de danças e terá a participação da Pulsar Cia de Dança. O Projeto Jogo Coreográfico surgiu em 2005 e investiga as relações entre dança, improvisação e interatividade.
O projeto foi convidado para importantes festivais brasileiros como a Bienal de Dança do SESC 2009 e contemplado por fomentos como A Bolsa de Co-criação artística IBERESCENA 2012, o edital de Seleção Pública de Difusão e Intercâmbios Culturais (viagens em Junho de 2012) da Secretaria do Estado do Rio de Janeiro, Prêmio Funarte Petrobrás Artes Cênicas na Rua 2010, Prêmio Funarte Petrobrás Klauss Vianna 2007, Edital Ciranda nas Escolas 2008 (SEC-Educação/ Prefeitura do Rio de Janeiro), Patrocínio Convênio Banco do Brasil/ UFRJ e já realizou atividades em diferentes regiões do Brasil e no exterior (México e Uruguai).
Duração: 50 minutos

21/9 – 20h30 – D...Equilíbrio

Espetáculo solo do bailarino e coreógrafo paulista Marcos Abranches, da Cia Vidança de São Paulo, retrata a fragilidade de uma pessoa que transita do equilíbrio para o desequilíbrio. O bailarino, portador de deficiência física em função de paralisia cerebral, mostra que a dança é uma expressão artística para todos e que limitações físicas não são impedimentos para arte nem para uma vida plena.
Ele se apresentou em diversos festivais de dança na Alemanha e sua atuação na peça Trem fantasma, uma adaptação de Navio fantasma, de Wagner, dirigida pelo diretor alemão Christoph Schlingensielf no Brasil, redeu-lhe convite para participar de ópera dirigida por ele no Deutsche Open Berlin, em 2008. Depois disso, retornou para temporada 2010 e em novembro segue novamente para mais uma temporada.
Duração: 50 minutos

22/9 – 19h30 – Cornaca

Dirigido por Alice Ripoll e Juliana Medella, o espetáculo de dança contemporânea aborda o universo dos afetos. No elenco, cinco personagens passam por situações e coreografias que sugerem as mais variadas maneiras de se relacionarem. A Cia R.E.C – Reação em Cadeira, formada por bailarinos da comunidade Chácara do Céu, de Santa Teresa, oriundos de projeto de dança contemporânea na ONG Pró Saber. São jovens que trabalham de dia e à noite se dedicam à dança. Alguns já conseguem se dedicar integralmente á dança, trabalhando como instrutores de dança de salão. Antes do trabalho com as diretoras, eles tinham um grupo de Hip Hop e já eram amigos. O nome do espetáculo significa pessoa que toma conta de elefantes. “Escolhemos este nome para o primeiro trabalho do grupo porque ele representa uma espécie de metáfora para nós, cuidar de algo muito grande. Uma tarefa difícil e ao mesmo tempo preciosa e delicada. É como nossa relação com a dança, algo que cuidamos com dificuldades, mas que é muito grande e importante”, diz Alice Ripoll.
Duração: 40 minutos

22/9 – 20h30 – Conatus

Espetáculo de dança contemporânea inclusiva da Crepúsculo Cia de Dança, de Belo Horizonte. Janeiro. A montagem surge do desejo de nove intérpretes criadores em investigar as razões e “desrazões” que lançam à potência de agir. Utilizando-se de ações cênicas híbridas da dança e do teatro, a Cia instiga uma produção de sentimentos, pensamentos e atitudes sobre os quais os corpos se alegram. Correr e escapar em direção à ludicidade (linhas de fuga de Artaud), estender e ampliar a tendência inata do ser por paixões alegres (conatus de Spinoza).
Duração: 60 minutos

23/9 – 12h30 – O Super R

Peça do Grupo Teatro Novo, composto por atores com Síndrome de Down. Como uma analogia à história do Super Homem, o Super R vem para salvar o planeta. A proposta é conscientizar as pessoas a adotar hábitos de reciclagem, reduzindo gastos e repensando atitudes. O espetáculo foi montado para ser apresentado em empresas e escolas na Semana do Meio Ambiente.
O Grupo Teatro Novo é dirigido por Rubens Emerick Gripp, que tem formação na ares de Piscologia Clínica e Educacional e mestrado em Ciência da Arte. Ele é membro do Very Special Arts do Brasil – programa que tem como objetivo possibilitar o desenvolvimento da capacidade de criação da pessoa portadora de deficiência.
Duração: 40 minutos – mais 20 para debates

23/9 - 19h – Corações em Desatino

Produção do Grupo de Ações Poéticas - Sistema Nervoso Alterado, o espetáculo é uma ópera cordel, na qual um cantador dialoga com um rapper, narrando, de forma bem humorada, a história da saúde mental no Brasil, incluindo o processo de extinção dos manicômios. Direção cênica de Daniel Oliveira, Lula Wanderley e Maurício Junqueira e musical de Guilherme Milagres e Diego Rebello.
Duração: 45 minutos

FESTIVAL CORPOS ÍMPARES 2012

5ª feira – 20/09
14h-16h – Oficina Dance Ability (Pedro Pinheiro)
17h-18h - Oficina 3ª idade (Camila Fersi)
16h-18h – Mesa Redonda sobre Sistemas Alternativos de Comunicação (Andrea Chiesorin, Moira Braga e Beth Maia)
19:30 – Performance “Isadora.Orb - A Matáfora Final” (Ricky Seabra e Andrea Jabor)
20:30 - Aula/Palestra (Maria Célia Salgado) - TEATRO

6ª feira -21/09
10h-13h – Aula de Conscientização do Movimento + conversa com Angel Vianna
13h-14h – Almoço
14h – 16h – Aula/Performance “A Cadeira Como Objeto-Partner” (Giselda Fernandes)
16h – 18:30 – Mesa Redonda “PENSAMENTO E ARTE CONTEMPORÂNEA” (Medidador: Mª Célia Salgado. Palestrantes: James Areas, Nizia Villaça, Marcelo Yuka, Eduardo Bonito)
19:30 -21h – “Um Dueto” (Alexandre Franco e Daniel Hassan)
“Jogo Coreográfico” (Lígia Tourinho)
“D...Equilíbrio” (Marcos Abranches)

Sábado – 22/09
10h – 13h – Oficina “Movimento, Afetividade e Criação” (Alexandre Bhering e Olavo Fabricio)
13-14h – Almoço
14h – 15:45 – Introdução ao Método Dinâmica Muscular e Balé Clássico (Ceme Jambay)
16h-18:30 – Mesa Redonda “DANÇA NA CONTEMPORANEIDADE” (Mediador: Rogério/Beth. Palestrantes: Lucia Matos, Silvia Soter, Marta Peres, Ceme Jambay)
18:30 -19:30 – Lançamento do Livro “Dança e Diferença”, de Lúcia Matos
19:30 – 21h – “Cornaca” - Alice Ripoll
“Conatus” - Crepúsculo

Domingo – 23/09
11h -12:15 – Oficina de Dança para Crianças (Pulsar) LOFT
12:30 – 13:30 – “O Super R” - Teatro Novo (Rubens Gripp)
13:30-14:30 – Almoço
15h – 18:00 - Oficina “Dança e Consciência do Movimento” (Alexandre Franco e Rogério Andreolli – Pulsar Cia de Dança) - LOFT
19h – “Corações em Desatino – Uma Ópera Cordel” – Grupo de Ações Poéticas - Sistema Nervoso Alterado (Lula Wanderley)

 

Assessoria de imprensa:

Valéria Veríssimo
SPS COMUNICAÇÃO
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www.spsbr.com.br

ARTE AO CUBO

24/04/2011 | Comentários (0) | Cultura | Por: Altamir Tojal

É Candeia, de Marcia Watzl, é arte ao cubo: um documentário emocionante sobre um belo espetáculo musical sobre o grande Candeia, um dos maiores da nossa música e da nossa cultura. Vale conferir. O filme foi selecionado para a mostra competitiva do In-Edit Festival e será exibido na edição de São Paulo nos dias 29 de abril e 3 e 4 de maio. As datas para a edição no Rio serão anunciadas em breve.

O musical "É sangue na veia, é Candeia", de Eduardo Rieche, ganhou o Prêmio Shell de 2008, para a direção musical de Fábio Nin, e também foi premiado pelo público em duas aplaudidas temporadas no Rio. O elenco teve Jorge Maya, Patrícia Costa e um timaço de antores-cantores, entre os quais Jurema da Matta (foto).

Antonio Candeia Filho (1935-1978) criou obras-primas como O mar serenou, Filosofia do samba e De qualquer maneira, fundou a Escola de Samba Quilombo e combateu o bom combate com arte de primeira qualidade.
 

Sururu na Roda e a via promissora do comum

16/04/2011 | Comentários (3) | Cultura | Por: Altamir Tojal

Sou fã do Sururu na Roda desde a primeira vez que assisti o grupo se apresentar. Foi há mais ou menos dez anos, na Lapa. Os discos e os shows do conjunto são ótimos. O repertório é o melhor da mpb e as interpretações são deliciosas. Agora eles vão lançar o quarto cd, com músicas do Nelson Cavaquinho. Tudo de bom.

Boa também é a forma de captação de recursos para a produção, o 'crowdfundig'. Através do site movere.me você pode contribuir com diferentes valores recebendo contrapartidas. É uma alternativa inteligente ao financiamento pelo mercado ou pelo governo. É a via promissora do comum. A onda do possível vai crescendo.

 

DIGA NÃO AO BBB

21/01/2011 | Comentários (0) | Cultura | Por: Altamir Tojal

Estou virgem de ver um programa inteiro da série BBB, mas não tenho como escapar ao dilúvio de propaganda, "notícias" e comentários sobre a coisa. Confesso que já tentei assistir algumas vezes, mas não consigo passar dos primeiros minutos. É dos raros casos que posso dizer "não vi e não gostei", um simulacro da dramaturgia mais vagabunda, tentando naturalizar e glorificar alguns dos piores valores e atitudes na sociedade.

Leia o cordel "Big Brother Brasil, um programa imbecil", de Antônio Barreto. E diga não ao BBB!

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